Códigos para Red Dead Redemption 2 -PS4 e Xbox One – Cheats

Já trouxemos códigos do GTA 5 e agora é a vez do recém-lançado Red Dead Redemption 2, da mesma desenvolvera, a Rockstar. Como sabemos, todos os jogos existem macetes para facilitar na hora da “zoeira” e é a vez de trazermos para você códigos e cheats do Red Dead Redemption 2. Ative e se diverta ao longo do jogo com vantagens como munição infinita, personagem incansável, todas as roupas, deixar o personagem completamente embriagado, liberar o mapa inteiro e muito mais.

Se não conhece o jogo, veja o trailer e algumas informações:

 

Estados Unidos, 1899. O fim da era do velho oeste começou, e as autoridades estão caçando as últimas gangues de fora da lei que restam. Os que não se rendem, nem sucumbem, são mortos.

 

Cheats e códigos para Red Dead Redemption II

  • Pause o jogo;
  • Acesse o menu Configurações;
  • Pressione Y no Xbox One ou Triângulo no PlayStation 4;
  • Insira a frase do código de acordo com a lista abaixo;

Confira a lista com as frases e o que elas ativam/desbloqueiam.

FRASE DESCRIÇÃO PRÉ-REQUISITO
Abundance is the dullest desire Munição infinita Compre o jornal New Hannover Gazette No 27 em Valentine durante o Capítulo 1
Greed is american virtue Adiciona armas pesadas ao seu inventário Compre o jornal após completar a missão “Propaganda, a Nova Arte Americana” no Capítulo 3
The lucky be strong evermore Fôlego infinito Compre um jornal após completar o Capítulo 5
Virtue unearned is not virtue Aumenta o seu nível de Honra Compre o jornal após completar a missão “Prazeres Urbanos” no Capítulo 4
Would you be happier as a clown? Faz aparecer uma carroça de circo Compre o jornal após completar o Epílogo
You are a beast built for war Faz aparecer um cavalo de guerra Compre o jornal após completar o Epílogo
You long for sight but See nothing Revela o mapa por completo Compre o jornal após completar a missão “Rixas de Família, Velhas e Novas” no Capítulo 3
You seek more than the world offers Restaura e fortalece as barras de fôlego, de vida e dos Olhos da Morte Compre o jornal após completar a missão “O Filho do Rei” no Capítulo 6
Greed is now a virtue Adiciona $500 à sua carteira Nenhum
You flourish before you die Restaura as barras de vida, de fôlego e dos Olhos da Morte Nenhum
Make me better Define no nível 2 a habilidade Olhos da Morte (permite marcar manualmente os inimigos) Nenhum
I shall be better Define no nível 3 a habilidade Olhos da Morte (mantém a habilidade ativa após atirar) Nenhum
I still seek more Define no nível 4 a habilidade Olhos da Morte (destaca áreas fatais ao mirar no inimigo) Nenhum
I seek and I find Define no nível 5 a habilidade Olhos da Morte (destaca áreas fatais e de dano crítico ao mirar no inimigo) Nenhum
Keep your dreams simple Faz surgir uma carroça com um cavalo Nenhum
Keep your dreams light Faz surgir um cavalo com um carreto Nenhum
My kingdom is a horse Aumenta o vínculo com todos os seus cavalos Nenhum
Run! Run! Run! Faz aparecer um cavalo de corrida Nenhum
You want something new Faz aparecer um cavalo aleatório Nenhum
You want more than you have Faz aparecer um cavalo Puro-Sangue Árabe Nenhum
Better than my dog Permite chamar o seu cavalo de qualquer distância Nenhum
Vanity. All is vanity Desbloqueia todas as roupas no guarda-roupa de Arthur Nenhum
Balance. All is balance Restaura a barra de Honra para a posição neutra Nenhum
A fool on command Deixa o personagem completamente bêbado Nenhum
Death is silence Adiciona armas silenciosas ao seu inventário Nenhum
History is written by fools Adiciona armas de pistoleiro ao seu inventário Nenhum
A simple life, a beautiful death Adiciona armas simples ao seu inventário Nenhum
You revel in your disgrace, I see Define a Honra no nível mínimo Nenhum
Eat of knowledge Desbloqueia todas as receitas de criações Nenhum
Share Desbloqueia todas as melhorias do livro de registro do acampamento e aumenta ao nível máximo os suprimentos Nenhum
You want freedom Diminui o seu nível de procurado Nenhum
You want punishment Aumenta o seu nível de procurado Nenhum
Seek all the bounty of this place Aumenta as barras dos atributos Nenhum

 

PUBG finalmente chegou ao PS4

No dia 17 de dezembro de 2017, o PlayerUnknown’s Battlegrounds entrava na lista dos indicados para os jogos do ano, na premiação do The Game Awards e as chances de vencer eram imensas.

Olhar a situação de PUBG neste final de 2018 é um testamento da velocidade com que as coisas podem mudar na indústria dos games. O título, anteriormente exclusivo para PC, foi recebido com pompa e circunstância pela Microsoft no final do ano passado, em uma exclusividade para consoles que termina, agora, com a chegada do jogo ao PlayStation 4. Se o mundo dos jogos fosse um Battle Royale, o título, doze meses depois, com certeza não seria o mais apto a sobreviver.

Hoje, o trono é do todo poderoso Fortnite, enquanto, expandindo sua atuação para os dispositivos móveis e, agora, o console da Sony, PUBG tenta recuperar o espaço perdido e alcançar um público que, até então, só ouvia falar do game ou assistia a gameplays no YouTube. Pode ser um pouco tarde demais, entretanto, e com certeza não é a qualidade desta versão que vai trazer de volta os velhos adeptos e conquistar novos combatentes.

Battlegrounds sempre foi um jogo pesado nos PCs, e claro que nos consoles não seria diferente. Entretanto, quem joga sabe que toda essa carga tem bastante a ver com a falta de polimento e otimização, e menos com o aspecto visual e de processamento em si. Essa balança torta também aparece na versão PlayStation 4, que funciona como se estivesse rodando no low.

Serrilhados e pequenas falhas gráficas dão a tônica de PUBG no PS4 (Imagem: Reprodução/Felipe Demartini)

O que mais se vê na tela são serrilhados, arestas e contornos gráficos mal-acabados, juntamente com falhas nas texturas e elementos que não são processados como deveriam. É comum ver “matinhos” ou escombros atravessando o chão ou as estruturas. Mas a principal falha desse tipo é quando enxergamos através das paredes, uma vantagem artificial que não deveria existir em um jogo com esse tipo de competição.

Essa queda na qualidade gráfica também entra no caminho da jogabilidade quando, simplesmente, não é possível ver as estruturas no solo durante as etapas iniciais da partida, enquanto ainda estamos no avião ou em queda livre. Quem jogou PUBG ou tem um mínimo de conhecimento do estilo Battle Royale sabe que o posicionamento inicial é importantíssimo para a vitória das partidas. Afinal, descemos sem equipamento algum, e saber onde “cair” para “lootear” é fundamental.

Sem enxergar os prédios, galpões e estruturas, entretanto, o jogador acaba tendo de confiar apenas no minimapa, que, em sua visão aproximada, só exibe os prédios quando já estamos acima deles, no guia maior, que ocupa toda a tela. Mais uma vez, é criada uma vantagem artificial, desta vez entre usuários veteranos ou que sabem onde descer mesmo sem enxergarem os locais abaixo.

Baixa draw distance impede que jogadores enxerguem estruturas no início das partidas de PUBG (Imagem: Reprodução/Felipe Demartini)

 

Eles surgem na tela apenas durante a queda, bem como árvores, texturas e outros elementos do cenário. A baixa draw distance de PUBG no PlayStation 4 também interfere nos combates em si, impedindo que se enxergue inimigos que estão à distância e acabando com uma das grandes tensões do game, que é a descida por encostas desprotegidas, no caminho para grandes complexos, enquanto o implacável “choque” está logo atrás. Felizmente, essa falta de visão se aplica a todos os jogadores, o que acaba nivelando as coisas pelo menos um pouco.

As dificuldades do combate não param por aí, com a PUBG Corp tomando a inexplicável decisão de exigir que os jogadores segurem o botão quadrado para recarregar as armas. O pressionamento vale para todos os jogadores, claro, mas a perda de um segundo que seja, em uma situação de conflito, pode significar a diferença entre um jantar de frango ou a vergonha de morrer em combate.

Com isso, a precisão e o cuidado no gatilho assumem um caráter todo especial aqui, enquanto metralhadoras serão a preferência no lugar de fuzis de assalto ou escopetas. Quanto maior a capacidade de disparos, menor a possibilidade de ficar vulnerável no meio de um tiroteio. Uma escolha de design bizarra para uma empresa que deveria saber o que está fazendo.

 

A escolha de fazer PUBG rodar no low no videogame da Sony, pelo menos, faz com que o título apresente uma boa performance. Mesmo rodando a 30 quadros por segundo cravados na maioria do tempo, há poucas quedas que efetivamente dificultam a ação, com o game se comportando de maneira estável durante a maior parte da experiência, até mesmo nos grandes conflitos com muitos jogadores e explosões. Isso vale tanto para a versão convencional do console quanto no PS4 Pro.

Não existem servidores dedicados à América do Sul, mas, em nossos testes, jogando na infraestrutura dedicada aos nossos amigos do hemisfério norte, não enfrentamos problemas de conectividade ou lag. O matchmaking pareceu eficiente e funcional, entregando partidas de forma mais rápida até mesmo que na versão original de PUBG para os PCs.

A edição para o console da Sony também chega com todo o conteúdo lançado até agora, como mapas adicionais e itens que alteram a aparência dos combatentes. A promessa também é de um suporte contínuo e paralelo a todas as versões, com a mesma longa vida esperada nos computadores estando disponível nos consoles. Objetivos diários criam desafios adicionais, enquanto os amantes dos troféus poderão colocar as habilidades à prova em busca da platina.

Mesmo com tudo isso, entretanto, parece difícil que esta versão de PlayerUnknown’s Battlegrounds represente um retorno à velha forma. Há um esforço claro dos desenvolvedores em corrigir o game e entregar um resultado decente, principalmente diante da concorrência, bem como parcerias de conteúdo e inclusões que podem soar interessantes. Para muita gente, entretanto, esse é um barco que já zarpou.

Há de se levar em conta, ainda, que PUBG no PS4 é caro. No momento em que esta análise é escrita, poucos dias após sua chegada ao console da Sony, ele custa R$ 107,50, o dobro do preço padrão nos PCs. É claro, nem todos possuem um computador robusto o bastante para rodar o game, mas o valor de lançamento cobrado por um game defasado pode acabar afastando muita gente que, de outra maneira, poderia estar interessada.

E, então, temos a grande quimera de todo o mercado de Battle Royales. O que, exatamente, levaria um jogador a jogar PUBG, pago, bugado e rodando no low, enquanto Fortnite está mais do que disponível no PS4, de maneira gratuita, com um mundo em evolução e desafios tão interessantes quanto? Comparações em análises nunca são muito bem-vindas, mas aqui, não há como não pensar de outra maneira.

Os desafios a serem enfrentados pelos novatos e veteranos que encararem PUBG no PlayStation 4 vão além da ferocidade dos próprios combates, assim como o gigante diante da desenvolvedora do game não vai cair tão fácil. Velhas práticas não parecem funcionar contra ele, que já espalhou suas garras por aí e tem uma legião de seguidores fieis. Agora que essa luta chegou a todos os campos possíveis, resta ver o que será feito daqui em diante. Se é que ainda dá tempo de tomar alguma atitude.

Visto em: https://canaltech.com.br/games/analise-pubg-ps4-128981/